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ENSAIOS
Share information on a previous project here to attract new clients. To help visitors understand the context and background of the work, provide a brief summary. Include the project's time frame and scope, as well as its goals and outcome.
Add details about why this project was created and what makes it significant. Explain how the business handled challenges and overcame obstacles to make this undertaking a success. Consider adding images or videos to showcase the project and engage viewers.


Dreamette
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Blooming
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Visibilidade Concreta
Performatividades Queer no Espaço Urbano
Para a comunidade LGBTQIA+, as fronteiras assumem dimensões múltiplas e complexas: são os limites invisíveis entre a aceitação e a rejeição familiar, entre a visibilidade e o ocultamento forçado, entre os códigos normativos da heterocisnormatividade e as experiências dissidentes que questionam binarismos estabelecidos.
Corpos queer habitam permanentemente estas zonas liminares, criando territorialidades alternativas que desafiam as estruturas sociais convencionais e produzem novas possibilidades de existência e resistência política. Nesse contexto, a rua deixa de ser rota de passagem para se tornar palco de insurgência afetiva. Cada cena, cada gesto captado, evoca a potência dos corpos que ali se afirmam vivos, críticos e celebrados, corpos que insistem em ocupar os lugares que lhes foram historicamente negados.
A materialidade do concreto, marcada por grafites, lambes e faixas, é o suporte para uma política do visível: a afirmação de identidades que atravessam muros simbólicos e derrubam barreiras de silêncio. A performatividade cotidiana, dança, abraço coletivo, roda de conversa na calçada, alarga a fronteira entre o íntimo e o coletivo.
Ao se sentirem seguros o suficiente para estender encontros e celebrações ao asfalto, essas pessoas ressignificam o espaço urbano, transformando-o em comunidade provisória, mas potente. É nesse movimento de improviso e cuidado mútuo que se evidencia a urgência de ocupação da rua: uma estratégia de sobrevivência política e afetiva.
Para a comunidade LGBTQIA+, as fronteiras assumem dimensões múltiplas e complexas: são os limites invisíveis entre a aceitação e a rejeição familiar, entre a visibilidade e o ocultamento forçado, entre os códigos normativos da heterocisnormatividade e as experiências dissidentes que questionam binarismos estabelecidos.
Corpos queer habitam permanentemente estas zonas liminares, criando territorialidades alternativas que desafiam as estruturas sociais convencionais e produzem novas possibilidades de existência e resistência política. Nesse contexto, a rua deixa de ser rota de passagem para se tornar palco de insurgência afetiva. Cada cena, cada gesto captado, evoca a potência dos corpos que ali se afirmam vivos, críticos e celebrados, corpos que insistem em ocupar os lugares que lhes foram historicamente negados.
A materialidade do concreto, marcada por grafites, lambes e faixas, é o suporte para uma política do visível: a afirmação de identidades que atravessam muros simbólicos e derrubam barreiras de silêncio. A performatividade cotidiana, dança, abraço coletivo, roda de conversa na calçada, alarga a fronteira entre o íntimo e o coletivo.
Ao se sentirem seguros o suficiente para estender encontros e celebrações ao asfalto, essas pessoas ressignificam o espaço urbano, transformando-o em comunidade provisória, mas potente. É nesse movimento de improviso e cuidado mútuo que se evidencia a urgência de ocupação da rua: uma estratégia de sobrevivência política e afetiva.


Performance
Antropologias do efêmero.
Essas são minhas leituras da energia bruta do momento original de performances. Não são, necessariamente, um processo de documentação, são exercícios da capacidade de ler os sinais corporais e espaciais que anunciam os instantes de maior intensidade.
Essas são minhas leituras da energia bruta do momento original de performances. Não são, necessariamente, um processo de documentação, são exercícios da capacidade de ler os sinais corporais e espaciais que anunciam os instantes de maior intensidade.


O Teatro como Território
Este ensaio fotográfico documenta o primeiro encontro de uma companhia teatral brasileira formada por pessoas de múltiplas origens sociais, étnicas e de gênero, com significativa presença de integrantes da comunidade queer. A série registra dinâmicas de aproximação, escuta e criação coletiva durante o processo inicial de construção dramatúrgica colaborativa, revelando como o teatro contemporâneo se constitui como espaço de resistência cultural no Brasil.
As imagens capturam momentos liminares onde identidades individuais e coletivas se negociam através do corpo, do gesto e da ocupação do espaço teatral. O trabalho se insere na tradição da antropologia visual que utiliza a fotografia como ferramenta etnográfica para compreender práticas culturais e processos de formação de grupos. Ao documentar este encontro inaugural, as fotografias revelam como diferenças sociais são negociadas no espaço performático, evidenciando o teatro como território de experimentação identitária e construção comunitária.
A série questiona quem tem direito ao palco, à visibilidade e à construção de narrativas próprias no contexto brasileiro contemporâneo. Ao fotografar estes interstícios – entre bastidores e performance, entre isolamento e comunidade, entre o individual e o coletivo – busco iluminar processos de formação grupal onde a diversidade se torna motor de criação e afirmação existencial, dialogando diretamente com estudos antropológicos sobre liminaridade, performance cultural e formação de comunidades.
Do ponto de vista político, o trabalho documenta não apenas um processo artístico, mas atos de resistência cultural em um contexto onde corpos dissidentes enfrentam crescente hostilidade no Brasil. As fotografias funcionam como registros visuais colaborativos que revelam como arte e política se entrelaçam na construção de espaços alternativos de sociabilidade, onde diferenças são celebradas e transformadas em potência criativa coletiva.
As imagens capturam momentos liminares onde identidades individuais e coletivas se negociam através do corpo, do gesto e da ocupação do espaço teatral. O trabalho se insere na tradição da antropologia visual que utiliza a fotografia como ferramenta etnográfica para compreender práticas culturais e processos de formação de grupos. Ao documentar este encontro inaugural, as fotografias revelam como diferenças sociais são negociadas no espaço performático, evidenciando o teatro como território de experimentação identitária e construção comunitária.
A série questiona quem tem direito ao palco, à visibilidade e à construção de narrativas próprias no contexto brasileiro contemporâneo. Ao fotografar estes interstícios – entre bastidores e performance, entre isolamento e comunidade, entre o individual e o coletivo – busco iluminar processos de formação grupal onde a diversidade se torna motor de criação e afirmação existencial, dialogando diretamente com estudos antropológicos sobre liminaridade, performance cultural e formação de comunidades.
Do ponto de vista político, o trabalho documenta não apenas um processo artístico, mas atos de resistência cultural em um contexto onde corpos dissidentes enfrentam crescente hostilidade no Brasil. As fotografias funcionam como registros visuais colaborativos que revelam como arte e política se entrelaçam na construção de espaços alternativos de sociabilidade, onde diferenças são celebradas e transformadas em potência criativa coletiva.


Twilight
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